Mostrando postagens com marcador jornalismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jornalismo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Eu tenho um sonho. Um sonho desde criança. Eu tenho um sonho e já tinha resolvido que este sonho ficaria para sempre guardado, como um sonho, dentro de mim.
Se o meu sonho fica guardado como um sonho, ele acontece como eu quero. Ele se desenvolve, vai volta e pára conforme as minhas vontades. O meu sonho dentro de mim, vivia adormecido e eu continuei acreditando que ele seria sempre só um sonho.

Como um sonho eu não teria distrações, seria tudo perfeito. O porto seguro para eu voltar quando as coisas do mundo real não estivessem muito boas. Enquanto não podia controlar as coisas no meu mundo, achava com todas as forças que poderia controlar tudo no sonho e que poderia voltar para ele sempre que eu quisesse me refugiar de alguma forma do mundo real.

Eu vivi o meu sonho. Eu vivi o meu sonho e participei do sonho de muita gente. Eu morei no lugar dos sonhos de muita gente e, no lugar que infelizmente para muitos, vai ser para sempre um sonho. Eu morei e vivi a minha vida real na Terra do Faz de Conta. Eu vivi! Eu vi sonhos sendo realizados, eu passei por situações que muito se distanciaram de um sonho e, mesmo em um lugar de refúgio, eu não pude controlar absolutamente nada. Eu vivi a sensação de não controlar o meu sonho. Eu vivi em um sonho e ele se transformava a cada dia. Eu vivi em Walt Disney World. Eu tive problemas reais no "mundinho da Cinderela". E tive o Mundo da Cinderela no Meu Mundo Real.

Eu devia ter aprendido a não mais reservar lugares ocultos dentro de mim para os meus sonhos. Eu deveria ter aprendido a não ter controle e a viver em um sonho. Eu devia ter aprendido a não ter medo e acreditar que o mundo de sonho pode sim se tornar realidade. Eu devia!

Eu acreditei que ainda pudesse reservar um lugar ao sonho dentro de mim, sem nunca externalizar. Eu quis acreditar que este lugar só aconteceria dentro de mim e que eu poderia controlar. Eu quis viver um sonho e esqueci que para vivê-lo ele teria que se tornar real.

Eu corri por muitos caminhos, eu recebi muitos nãos, eu fui para o lado errado, eu atravessei a rua quando deveria continuar em frente e tentei desviar o meu caminho. Mas o máximo que eu consegui foi dar mais voltas para viver dentro do sonho que eu devo viver.

Hoje o meu sonho bateu a minha porta, na verdade ele escancarou a porta e me empurrou para entrar. Talvez como o coelho da Alice, atrasado, com pressa, olhando no relógio e sem entender o porque da minha renúncia em entrar naquele mundo. O meu sonho me empurrou, me pegou pelo pé e me fez lembrar que mesmo no mundo dos sonhos é preciso passar pelo mundo real.
As dificuldades acontecem porque é impossível controlar o sonho. É impossível controlar os acontecimentos mas mesmo assim o sonho tem que continuar... e no final, simplesmente não existe um final. Todo este caminho é o sonho e o sonho é a vida real.

Olho para trás e vejo quantas voltas tenho dado para chegar ao mesmo lugar, e agora o Coelho está apressadíssimo e eu só devo segui-lo e relaxar.... sem stress... sem ansiedade... só admirando o caminho e vendo a beleza de um sonho se transformando em realidade! Ou para no final, descobrir que tudo não passou de um sonho!


"Eu sei que o meu Redentor vive/e por minha causa Ele se levantará/ Também sei que o Deus em que tenho crido/ é FIEL e PODEROSO para ressuscitar meus SONHOS/ E também para os REALIZAR!"

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Eu hoje, apesar de toda a ansiedade, sinto uma paz que eu não sei como explicar. Antes achava tudo tão complicado, me sentia uma vítima inocente do mundo cruel- e confesso que tenho que me segurar, pois tenho uma tendência a esse sentimento- mas agora eu me sinto feliz.

Estou longe de estar aonde queria estar, aonde imaginei que estivesse nessa altura, mas hoje eu sinto que estou no caminho certo. Sinto que estou em um caminho que não tem mais voltas, que fiz as minhas escolhas e, agora eu sinto que estou pronta para assumí-las. Me sinto estranha, pois este lugar não é estranho, já estive nessa posição outras vezes. Mas hoje eu sinto que deveria voltar. E que deveria mesmo ter voltado e agora, somente agora, ter ficado.

Não me sinto fracassada, me sinto experiente. Sinto que sei exatamente o que está por vir e me sinto mais segura por isso. Acho que é daí que vem tanta ansiedade. Eu sei que estou na estrada certa, mas sempre fui muito ansiosa para conhecer e ter admiração por cada etapa do caminho. E agora, de uma hora para outra, eu sinto que preciso admirar a paisagem e que a estrada também pode me deixar imensamente feliz...

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Mudanças levam tempo, mas precisam acima de tudo de muita perseverança. Perseverança não tem sido o meu forte ultimamente. Desistia muito fácil de tudo que não me agradava como se a vida fosse feita exclusivamente, e em todos os momentos, para me dar prazer...


Muitas vezes, olhando para trás vejo o quanto fui imatura, ou precipitada. E pretendo agora aprender a lidar melhor com meus sentimentos de mal estar. Aprender a esperar, mas não mais esperar sentadinha por alguma mudança que nem eu mesma saiba o que é.


O primeiro passo para conseguirmos o que queremos, sem dúvida alguma é sabermos o que queremos e eu, demorei tempo demais para enxergar coisas tão simples. Reclamei demais, andei em círculos, vi muira coisa mudar e tive todas as oportunidades que pedi. Mas em certo momento não estava mais satisfeita, queria resultados imediatos e nunca soube esperar pelo que eu pedia... Só sabia reclamar...


E reclamando permaneci.. e vi que talvez eu sempre reclame, mas agora eu entendo um pouco mais, que aquilo que eu joguei para o alto, o que não me fazia feliz, não era o fim, a finalidade e sim o caminho. Muitas vezes passamos por caminhos desagradáveis até chegarmos ao nosso destino final, mas e impressíndível saber onde queremos chegar... e antes de qualquer coisa, sim, eu já sabia que o caminho não seria dos mais fáceis...


E continuo sabendo...


E andando em direção ao meu destino final. Mas agora eu mantenho o foco, eu sei onde quero chegar....


Mas eu definitivamente, quero aproveitar cada curva, cada parada do meu caminho para admirar a bela vista da estrada!!!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Cansei de não ter mercado, cansei de ter medo, cansei de depois de um tempo ver gente fazendo coisa que eu queria ter feito mas não tive coragem. Cansei de acreditar quando me dizem para ter cuidado, para ter cautela ou que não vai dar certo.

Cansei de contar meus planos para quem não quer ouvi-los e de tomar como certas palavras que são mais dúvidosas que meus pensamentos vagarosos. Cansei de achar que sou pior, cansei de viver uma vida com medo!

E agora eu quero mudar! Eu preciso muito trabalhar, mas eu não preciso somente de um emprego, eu preciso de algo que me motive, que me impulsione, algo que me faça lembrar quem eu sou e o que eu quero de verdade. Escolhi minha faculdade para trabalhar as minhas aptidões e fazer com que os meus traços de personalidade fossem traduzidos no meu trabalho. Não quero ter que procurar um trabalho que precise somente de segundo grau sendo que eu tenho especialização. Não sou metida e sim, eu preciso de dinheiro!

Eu preciso ganhar o meu salário eu sei, mas eu preciso neste momento, fazer com que o meu trabalho se torne útil e mostrar que eu realmente sei fazer o que eu me proponho à fazer. Não sou uma máquina! E sim eu preciso de um trabalho! Mas eu preciso agora, me encontrar!

Se tanta gente trabalha com Internet, com redes sociais, por que eu não posso trabalhar? É disso que eu gosto, essa é a minha vida e é muito mais que um hobby. Então por que eu tenho tanto medo de ter uma chamada profissão alternativa?!?!

terça-feira, 20 de maio de 2008

Esses dois dias ao mesmo tempo que passaram rápido, ao olhar para trás parecem ter sido 2 meses. Estou me integrando no novo emprego e gostando muito...

O ambiente de trabalho é ótimo e apesar de ser tudo meio corrido, tenho certeza que vai ser extremamente gratificante...

Sem muito texto, estou cansada....

vou dooorrrmmiiiiirrrr

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Só um adendo ao post anterior. Eu acrdito piamente que os valores são intrínsecos e também não sou fã de modinhas, porém gosto das minhas marcas. Tenho minhas preferências. E em momento algum, acho que o consumismo deva se sobrepor aos valores. Só fiz um desabafo em relação à visão romântica que algumas pessoas têm do passado, desvalorizando totalmente o presente e o futuro.. e o passado não volta mais!!!


Notícias boas: ACABARAM OFICIALMENTE AS FÉRIAS!!!

Segunda começo a trabalhar, e com algo que muito gosto, responsabilidade social! Sendo assim, já aqui faço outro esclarecimento a meu respeito: posso até ser a favor do consumo, gostar de marketing e não achar que o capitalismo selvagem é o Bicho Papão do mundo moderno, mas sou MUITO a favor do consumo consciente...

É isso...

Estou muito feliz e motivada com essa nova oportunidade profissional, que acreditem ou não, é exatamente o que eu estava buscando... nunca consegui pensar em oportunidade melhor para desenvolver minhas habilidades, não assim, recém formada...

Espero que com o tempo me faça entender um pouco melhor...

Eu estou muito feliz!!! Estou com medo, como sempre temos medo do novo, mas o sentimento de felicidade é maior!!!! de realização pessoal....

terça-feira, 24 de julho de 2007

Estética jornalística
No jornalismo, o editor da imagem, como profundo conhecedor de seu público alvo, escolhe a foto que melhor se enquadra ao fato jornalístico, dramatizando a cena com cores mórbidas ou rotulando com metáforas e afins.
Deste modo, a imagem pode sofrer os mais diversos tipos de interpretações e sensações pela indução do texto de chamada. Esses textos podem ser classificados como:
Leitura de evasão: feita para não pensar;
Leitura de aprendizagem: onde o prazer de leitura pode ser intelectual
Leitura de cultivo de espírito: feita para reflexão.
Metáforas aplicadas à leitura de evasão são para prender, chamar, desprender ou transportar.
Detalhe de uma das capas do NP de 02/08/1990. Jornal conhecido pelo sensacionalismo jornalístico.
Tudo isso faz com que o espectador vivencie a cena como em um filme, entretanto sua posição é mais segura, sem os danos de violência ou constrangimentos.
A foto-jornalismo é consumo, é a forma de organizar um tema.
Representação estética
Quando apresentada fotos em preto e branco, temos a sensação de passado, de fato transcorrido, lembrança ou recordação. Vale-se de que o mundo real não é preto e branco, não possui apenas tons de cinza.
Nos jornais, as fotos das garotas bonitas não são apresentadas em tons de cinza. Não iriam surtir tanto efeito, vale gastar mais tinta.
Para ilustrar algo que desejamos adquirir ou sentir, usamos as fotos coloridas, principalmente vibrantes e nítidas. Quando se apela em notícia jornalística, com imagens coloridas, temos maior sensação do trágico.
Platão nos trouxe os princípios básicos sobre a estética frente às artes visuais. Segundo ele, existem dois tipos de imagem: uma objetiva - detectada por nossos sentidos da consciência, e outra subjetiva, advinda de uma idéia, de um pensamento.
Esses princípios se mantêm vivos até hoje e se mostra presente em diversos meios de comunicação.
A imagem ilustrativa para comunicação, sendo estática como uma pintura ou dinâmica como o cinema, pode mudar opiniões, costumes ou até mesmo ser utilizada como arma política.
Apreciação Estética
A apreciação estética possui a finalidade de facilitar a interpretação da obra a ser apreciada. O gosto pessoal de cada apreciador é evidente e devido a isso podemos considerar a apreciação estética um termo subjetivo aos gostos e costumes do espectador.
Consideramos, então, a classificação do espectador como de apreciação estética apurada ou menos apurada.
É importante focar seu tipo de apreciador para que sua obra não sofra críticas banais de quem somente discorda ou não gosta de algo.
Fato que o sujeito apreciador deve ser treinado para a apreciação, deve se adaptar rapidamente ao que não conhece, buscando similaridade ao seu cotidiano.
O nível referente às informações e à apreciação permite entender melhor sobre os pontos fortes e fracos da obra.
Em outras palavras, devemos saber muito bem a quem é direcionada a obra. Seu público deve estar bem definido e essa prática é facilmente visível em programas de TV ou outros tipos de mídia.
Pontos de análise para criação
A escolha do assunto, apresentação da criação ou reprodução de outra obra como ponto de partida à criação estética.
Elemento natural ou artificial, interesse de interpretação perante espectador e prévia analise do perfil receptor.
Imaginação estética, ter pronto na mente o resultado final da obra. Na maioria das vezes, quando em processo de composição, as imagens sofrem mudanças e todo cuidado é pouco quando o rumo da criação começa a fugir do foco inicial.
Composição, arranjo harmonioso dos elementos que envolvem a obra como perspectiva, linhas, equilíbrio, coloração, ângulo e enquadramento.
Criatividade, imaginação - Não podem faltar.
Fazendo uso destes pontos analíticos, nada impede de utilizar outras técnicas já apresentadas em artigos anteriores. Observamos, então, que a estética é muito mais do que a teoria do belo e do bom gosto, está em cumplicidade com tudo o que observamos

fonte: http://www.imasters.com.br/artigo/6078/teoria/estetica_comunicativa/