Mostrando postagens com marcador webwritting. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador webwritting. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Meu Deus! Aonde estou? Não que eu não goste, mas é que tudo foi tão rápido. Na verdade eu ainda nem sei se gosto. Não tenho nenhuma opinião formada a respeito, ainda não deu tempo. As coisas foram acontecendo de forma automática. Os planos de incertos passaram a ser a resposta da certeza.

Se isso é ter coragem? Deve ser! Mas se não for eu não sei o que seria também. Coragem é uma palavra tão forte! Tão intensa que sempre que é citada à mente vêem grandes nomes, grandes feitos! Feitos memoráveis! Então eu digo que se for coragem mesmo, a coragem não é isso tudo que se fala. Não mesmo! A coragem nada mais é então do que deixar o barco correr.

A vida é tão engraçada! Um dia vc faz planos, no outro se desfazem. Um dia vc faz planos para daqui a não sei quantos anos e eis que as coisas acontecem assim: na mesma hora! Como se nunca tivessem sido planejadas! É engraçada, é legal, é tudo, menos entediante. Pelo menos a minha vida, de entediante não tem nada...

Uma hora escrevo no blog na empresa, cercada de muita falação e de muita coisa da qual gostava e de outras que não gostava nada, outra hora do meu quarto, do alge do meu reduto de coisas conhecidas, e outra hora.... nem eu sei!!!

A vida é muito engraçada!!!

terça-feira, 24 de julho de 2007

Estética jornalística
No jornalismo, o editor da imagem, como profundo conhecedor de seu público alvo, escolhe a foto que melhor se enquadra ao fato jornalístico, dramatizando a cena com cores mórbidas ou rotulando com metáforas e afins.
Deste modo, a imagem pode sofrer os mais diversos tipos de interpretações e sensações pela indução do texto de chamada. Esses textos podem ser classificados como:
Leitura de evasão: feita para não pensar;
Leitura de aprendizagem: onde o prazer de leitura pode ser intelectual
Leitura de cultivo de espírito: feita para reflexão.
Metáforas aplicadas à leitura de evasão são para prender, chamar, desprender ou transportar.
Detalhe de uma das capas do NP de 02/08/1990. Jornal conhecido pelo sensacionalismo jornalístico.
Tudo isso faz com que o espectador vivencie a cena como em um filme, entretanto sua posição é mais segura, sem os danos de violência ou constrangimentos.
A foto-jornalismo é consumo, é a forma de organizar um tema.
Representação estética
Quando apresentada fotos em preto e branco, temos a sensação de passado, de fato transcorrido, lembrança ou recordação. Vale-se de que o mundo real não é preto e branco, não possui apenas tons de cinza.
Nos jornais, as fotos das garotas bonitas não são apresentadas em tons de cinza. Não iriam surtir tanto efeito, vale gastar mais tinta.
Para ilustrar algo que desejamos adquirir ou sentir, usamos as fotos coloridas, principalmente vibrantes e nítidas. Quando se apela em notícia jornalística, com imagens coloridas, temos maior sensação do trágico.
Platão nos trouxe os princípios básicos sobre a estética frente às artes visuais. Segundo ele, existem dois tipos de imagem: uma objetiva - detectada por nossos sentidos da consciência, e outra subjetiva, advinda de uma idéia, de um pensamento.
Esses princípios se mantêm vivos até hoje e se mostra presente em diversos meios de comunicação.
A imagem ilustrativa para comunicação, sendo estática como uma pintura ou dinâmica como o cinema, pode mudar opiniões, costumes ou até mesmo ser utilizada como arma política.
Apreciação Estética
A apreciação estética possui a finalidade de facilitar a interpretação da obra a ser apreciada. O gosto pessoal de cada apreciador é evidente e devido a isso podemos considerar a apreciação estética um termo subjetivo aos gostos e costumes do espectador.
Consideramos, então, a classificação do espectador como de apreciação estética apurada ou menos apurada.
É importante focar seu tipo de apreciador para que sua obra não sofra críticas banais de quem somente discorda ou não gosta de algo.
Fato que o sujeito apreciador deve ser treinado para a apreciação, deve se adaptar rapidamente ao que não conhece, buscando similaridade ao seu cotidiano.
O nível referente às informações e à apreciação permite entender melhor sobre os pontos fortes e fracos da obra.
Em outras palavras, devemos saber muito bem a quem é direcionada a obra. Seu público deve estar bem definido e essa prática é facilmente visível em programas de TV ou outros tipos de mídia.
Pontos de análise para criação
A escolha do assunto, apresentação da criação ou reprodução de outra obra como ponto de partida à criação estética.
Elemento natural ou artificial, interesse de interpretação perante espectador e prévia analise do perfil receptor.
Imaginação estética, ter pronto na mente o resultado final da obra. Na maioria das vezes, quando em processo de composição, as imagens sofrem mudanças e todo cuidado é pouco quando o rumo da criação começa a fugir do foco inicial.
Composição, arranjo harmonioso dos elementos que envolvem a obra como perspectiva, linhas, equilíbrio, coloração, ângulo e enquadramento.
Criatividade, imaginação - Não podem faltar.
Fazendo uso destes pontos analíticos, nada impede de utilizar outras técnicas já apresentadas em artigos anteriores. Observamos, então, que a estética é muito mais do que a teoria do belo e do bom gosto, está em cumplicidade com tudo o que observamos

fonte: http://www.imasters.com.br/artigo/6078/teoria/estetica_comunicativa/